
Pastora Polly Ho veio de Hong Kong, onde é diretora da associação metodista livre de missões na região asia-pac, a convite do concílio metodista livre nikkey, para falar às nossas igrejas sobre seu ministério.
Ela esteve em casa ontem à noite, jantou conosco, compartilhou alguns de seus pensamentos e presenteou as meninas com sua própria lapiseira e borracha (achei muito singelo e delicado).
Uma de suas preocupações com os imigrantes chineses no Brasil é a ruptura entre esta geração e a próxima, que vai crescer dentro da cultura brasileira. Ela imagina que em alguns anos, seus filhos não compreenderão bem sua língua nativa; avançados em idade e longe de seu país, eles passarão pelo sofrimento da solidão.
A pergunta que ela deixou pairando no ar e em nossos pensamentos é: o quê podemos fazer?
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